Como funciona um plano de saúde com coparticipação?

Como funciona um plano de saúde com coparticipação?

Um plano de saúde com coparticipação se diferencia pelo tipo de mensalidade cobrada. Enquanto em um plano convencional você paga pela mensalidade integral, no plano com coparticipação você paga um valor menor por mês e um adicional pra cada serviço utilizado da operadora e da sua rede credenciada.

Neste texto, você entenderá as vantagens e como funciona na prática o plano com coparticipação.

 

Qual é a utilidade de um plano de saúde com coparticipação?

Por conta da crise financeira que assola o nosso país, são 70% dos brasileiros que não contam com um plano de saúde particular (dados do SPC, CNDL e Ibope).

Em razão disso, os planos de saúde com co-participação entram como uma alternativa para trazer uma segurança abrangente para todos os seus usuários, principalmente neste momento de crise econômica e de pandemia.

 

Um exemplo de coparticipação

 Para pessoas que não têm um histórico de doenças e tem uma baixa frequência de visitas de rotina, um plano de saúde com co-participação é bastante recomendável.

O atendimento continua sendo nos mesmos parâmetros dos planos normais, inclusive, não é preciso pagar uma taxa em situações adversas como internações ou cirurgias.

 Para exemplificar, imaginemos que Carla, beneficiária do plano de saúde, tenha uma plano de saúde empresarial, e precise fazer um exame de rotina.

A partir do momento que ela fizer este procedimento, o valor do exame será descontado da folha de pagamento, dentro do período de contrato (geralmente, este desconto ocorre entre 60 e 90 dias depois do acontecimento).

 

Planos com e sem coparticipação: qual a diferença?

 A principal diferença é o pagamento da mensalidade do plano de saúde, sendo a com coparticipação mais atrativa do que a sem coparticipação.

No caso do plano com co-participação, o colaborador que é beneficiário do plano de saúde tem que pagar uma taxa (além da mensalidade deste plano) de modo que consiga utilizar os serviços de saúde.

No plano de saúde com coparticipação, só precisará ser pago a mensalidade e assim o cliente pode utilizar toda a gama de serviços que o plano de saúde cobre.

Lembrando que ambas mobilidades são reguladas pela Agência Nacional de Saúde (ANS).

 

 

Como funciona a cobrança do plano com coparticipação?

A taxa de cobrança que deve ser embolsada pelo beneficiário do plano, é definida pela operadora a qual foi contratada para realizar os serviços.

Porém, existe um limite de 40% do valor do serviço utilizado que não pode ser ultrapassado.

É estritamente fundamental seguir outros limites que foram estabelecidos pela ANS, estes limites são:

 

  • Limite mensal: não é possível pagar mais que valor da mensalidade por parte do beneficiário;

 

  • Limite anual: não é possível o pagamento maior que o valor de 12 mensalidades no período de um ano pelo beneficiário.

 

 Na parte dos planos de saúde corporativos, os valores dos serviços costumam ser descontados na parte da folha de pagamento.

Os prazos referentes para os descontos na folha variam conforme o que foi estabelecido na parte contratual., porém, esses descontos geralmente ocorrem no período de dois a três meses após a utilização dos serviços.

 

Quando a taxa pode não ser aplicada?

Existem algumas limitações das taxas, a ANS proibiu a cobrança para mais de 250 procedimentos, são algumas delas:

  • 4 Consultas por ano com médico de realista;
  • Exames de triagem neonatal (como teste do pezinho);
  • Exames de pré-natal (ao menos três exames de ultrassonografia, consultas);
  • Exames preventivos (teste de HIV sífilis, mamografia);
  • Tratamentos crônicos (hemodialisis, quimioterapias).

 

Por que as operadoras oferecem um plano de saúde com coparticipação?

 Vemos a cada ano a diminuição de números de beneficiários de plano de saúde em todo Brasil. O plano com coparticipação é uma alternativa, financeiramente mais atrativa, que permute a adesão de pessoas que não necessitem usar frequentemente o plano.

É indicado para:

  • Pessoas que não tem uma doença pré existente
  • Não tem histórico de cirurgias graves
  • Não frequentem hospitais ou passem por consultas médicas em um curto período
  • Pra quem não quer depender do sistema único de saúde (SUS) e que não dispõe financeiramente do valor da mensalidade no plano sem coparticipação.

 

As vantagens financeiras do plano de saúde com coparticipação

Você já entendeu que a principal diferença do plano com coparticipação é pagar pelos serviços a cada vez que for utilizado, certo? O exemplo a seguir mostra uma caso hipotético de uma pessoa que só utiliza os serviços básicos de saúde.

Suponhamos que o custo de um plano sem coparticipação seja de  R$ 300 por mês. Porém, com a coparticipação, o custo acaba sendo de R$ 180 mensais, uma economia de de R$ 120 todo mês, que se converte a R$ 1.440 por ano.

Não simulamos durante esse período a utilização dos serviços e pagamentos das taxas, mas, em casos normais, onde o beneficiário faz consultas de clinico geral e exames de rotina por ano, ainda assim ele terá uma economia anual.

Leia também: Como reduzir 30% da mensalidade do seu plano de saúde

 

Conclusão

É preciso ressaltar aqui que de acordo com o plano, a mensalidade pode variar na parte dos descontos. Caso opte por essa modalidade, observar atentamente o que dispõe no contrato. Sobretudo em relação ao repasse dos valores e os reajustes.

Por isso, é importante que na hora de definir o convênio que mais se encaixa, você conte com uma corretora de plano de saúde.

A STS é uma corretora de planos de saúde em Santos que atua com as principais operadoras da região. Entre em contato com nossa equipe e saiba as melhores opções de planos de saúde com coparticipação